Will this year end already?
- 7 days ago
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(Versão em português abaixo)
"Will this year end already?" was what I heard at the beginning of a meeting last week. And then the person jumped straight in.
In the last few days alone I've heard someone say that, but also people sharing they were absorbing redundant colleagues, watching a funding round spike anxiety across their team, and preparing to move countries. Getting four hours of sleep a night for weeks. All of it invisible, until someone asked.
Here's what I've noticed over dozens of these sessions: the groups that slow down first - really slow down, enough to actually see where each person is - end up moving much faster later.
Not because slowing down is magic. Because a team driving at 120km/h through a city is going to miss things. Take a wrong turn. Burn someone out. The speed that feels productive? It's often the same speed that creates the problems you spend weeks trying to fix.
A check-in doesn't have to be long. Ten minutes, five, even one - "how are you actually arriving here today?" paired with real listening. Information that makes everything after it more precise - who needs carrying, who can carry more, where the friction is before it becomes a problem.
Slowing down to speed up. I've seen it work too many times to dismiss it as soft.
"Este ano nunca mais acaba?" foi o que ouvi no início de uma reunião na semana passada. E a seguir a pessoa avançou para o resto da reunião.
Só nos últimos dias ouvi alguém dizer isso, mas também pessoas a partilhar que estavam a integrar colegas despedidos doutras equipas, a ver uma ronda de financiamento que se aproximava aumentar a ansiedade nas suas equipas, e a preparar-se para mudar de país. Outra pessoa estava há semanas a dormir quatro horas por noite. Tudo invisível... até alguém perguntar.
Aqui está o que tenho notado ao longo de dezenas destas sessões: os grupos que abrandam primeiro - os que abrandam mesmo, o suficiente para verem onde cada pessoa está - acabam por avançar muito mais depressa depois.
Não porque abrandar seja magia. Mas porque uma equipa a conduzir a 120km/h dentro de uma cidade não vai ver com clareaza. Vai tomar um caminho errado. Deixar alguém para trás. E a velocidade que parece produtiva? É muitas vezes a mesma velocidade que cria os problemas que se passam semanas a resolver.
Um check-in não tem de ser longo. Dez minutos, cinco, até um minuto - "Como é que estás realmente a chegar aqui hoje?" acompanhado de escuta genuína. Informação que torna tudo o que vem a seguir mais preciso - quem precisa de apoio, quem consegue dar mais, onde está o atrito antes de se tornar um problema.
Abrandar para acelerar. Já vi funcionar demasiadas vezes para ser uma prática a ignorar.
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