top of page
Search

The human skills we need the most... erode without practice

  • Feb 10
  • 2 min read

(Versão em português abaixo)


I’ve been talking a lot about human skills these days. And I’ve noticed that most people talk about such skills (think resilience, empathy, creativity, collaboration) as traits you either have… or don’t.


And I was reminded of a recent WEF report that made the rounds recently (it came out in December, so it may have passed you by between deadlines and last minute Christmas shopping :) so here’s the key takeaway: human-centric skills are not as “durable” as we assume.


They’re fragile and they erode without practice. 


Actually, the report says that during the pandemic, skills requiring regular interpersonal engagement declined sharply, and even by 2025, many still hadn’t returned to pre-2019 levels. 


That matters, because most organisations are focusing on AI - which they fully should, btw - but rarely building the conditions for people to actually practice being human (I know how strange this sentence reads!!). Think things like having honest conversations, reflecting, practicing feedback or repairing relationships, all foundations to support people growing. 


And I’ve seen time and time again that, without such spaces for learning about & training in these skills, people become more guarded, curiosity narrows and collaboration becomes more transactional.


Not because people don’t care, but because human skills don’t survive on intention alone. They survive on rhythm. 


So here’s a question worth thinking about: 


“Where do your teams actually practise resilience, empathy, trust?”


If you agree creating spaces for these is essential and need support, let me know.



Tenho falado bastante sobre competências humanas nas últimas semanas (e meses). E tenho notado que a maioria das pessoas fala destas competências (resiliência, empatia, criatividade, colaboração...) como se fossem traços que ou se tem… ou não tem.


E recentemente lembrei-me de um relatório do Fórum Económico Mundial que circulou bastante (foi publicado em Dezembro, por isso pode ter passado despercebido no meio de prazos apertados e das compras de última hora de Natal 🙂), então fica aqui a principal conclusão: as competências centradas no ser humano não são tão “duradouras” como assumimos.


São frágeis e deterioram-se sem prática.


Na verdade, o relatório refere que, durante a pandemia, as competências que exigem envolvimento interpessoal regular diminuíram de forma acentuada. E mesmo em 2025, muitas ainda não tinham regressado aos níveis pré-2019.


Isto é importante porque a maioria das organizações está focada em IA - e deve estar, sem dúvida - mas raramente cria as condições para que as pessoas possam, de facto, praticar o lado humano (eu sei o quão estranho isto soa!!). Coisas como ter conversas honestas, refletir, praticar feedback ou reparar relações - tudo bases essenciais para apoiar o crescimento das pessoas.


E tenho visto, repetidamente, que sem estes espaços para aprender e treinar estas competências, as pessoas tornam-se mais defensivas, a curiosidade estreita-se e a colaboração torna-se mais transacional.


Não porque as pessoas não se importem, mas porque as competências humanas não sobrevivem apenas com uma intenção. Sobrevivem apenas com um ritmo de prática.


Por isso, aqui fica uma pergunta que vale a pena considerar:


“Onde é que as vossas equipas praticam, de facto, resiliência, empatia, confiança?”


Se também acredita que criar estes espaços é essencial e precisa de apoio, conversemos!


 
 

© 2025-26 by Mind Revolution

bottom of page