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It’s not they can't hear you, it's how you're showing up

  • Writer: diogorolo
    diogorolo
  • Dec 2, 2025
  • 3 min read

Updated: Dec 9, 2025



(Versão em português abaixo)


Most people think feedback fails because the other person doesn't know how to listen to it. More often, it fails because the messenger isn’t showing up the way they believe they are.


I often ask leaders to place themselves on a simple 2x2, mapping clarity vs skilfulness. So are you clear on the substance of what you want to say? And how skilful are you saying it?


It sounds obvious, but the moment people start reflecting, they begin to recognise patterns, almost like holding up a mirror they had avoided for a while.


• Some realise they tend to show up as a commander of sorts. Clear in intention, but too forceful in delivery. The message gets across, but trust doesn’t build up.


• Others recognize themselves as people pleasers. They’re warm, kind, supportive... but unclear. People leave the conversation feeling safe, but not knowing what needs to change.


• At times, often when under stress or time pressure, we just show up as critics. Direct, but unskilful, making feedback destructive. No way to grow there.


• Finally, sometimes we show up as a coach. Clear, helpful, grounded, honest. Skilful in delivery. Someone who can say the hard things without rupturing relationships.


Irrespective of what goes through your mind as you read these descriptions, we need to remember none of these identities are fixed.


They’re shaped every day by deadlines, pressure, culture, personality and the system we’re part of. And so becoming aware of our default mode is one of the biggest unlocks in becoming a leader who develops people consistently.


So here’s a question you might bring into your next conversation:

“When I walk into this room, who am I showing up as?

And who does this moment need me to be?”


If you want to help your leaders shift from commanders, critics or people pleasers into true coaches, send me a message. Happy to explore what that could look like in your organisation.



A maior parte das pessoas acha que o feedback falha porque o outro lado não sabe ouvir. Na verdade, muitas vezes falha porque quem o dá, não está a aparecer na conversa da forma que pensa que está.


Peço frequentemente aos líderes com quem trabalho que se posicionem numa matriz 2x2 que cruza clareza com competência. Ou seja: tem clareza sobre o que quer dizer? E quão hábil é a dizê-lo?


Parece óbvio, mas no momento em que paramos para refletir, rapidamente começamos a reconhecer padrões, quase como que segurassemos um espelho que tinhamos evitado durante algum tempo.


• Algumas pessoas percebem que tendem a aparecer como uma espécie de comandante. Claros na intenção, mas demasiado fortes na forma. A mensagem passa, mas a confiança não cresce.


• Outros reconhecem-se como “people pleasers”. São calorosos, gentis, apoiam… mas pouco claros. As pessoas saem da conversa sentindo-se seguras, mas sem saber o que precisa de mudar.


• Por vezes, sobretudo sob stress ou pressão de tempo, aparecemos como críticos. Diretos, mas pouco hábeis na forma, tornando o feedback destrutivo. Nestes casos, não há crescimento possível.


• Finalmente, há momentos em que surgimos como um coach. Claros, úteis, centrados, honestos. Competentes na entrega. Capazes de dizer o que é difícil sem romper relações.


Independentemente do que pensar ao ler estas descrições, é importante lembrar que nenhuma destas identidades é fixa.


Elas são moldadas diariamente por prazos, pressão, cultura, personalidade e pelo próprio sistema em que estamos inseridos. É por isso que tomar consciência do nossos padrões é um dos maiores desbloqueadores para nos transformarmos em líderes que desenvolvem as suas pessoas de forma consistente.


Aqui fica uma pergunta que pode levar para a sua próxima conversa:

“Quando entro nesta sala, quem é que estou a ser?

E quem é que este momento precisa que eu seja?”


Se quiser ajudar os seus líderes a passarem de comandantes, críticos ou "people pleasers" para verdadeiros coaches, envie-me uma mensagem. Poderemos explorar como isso pode acontecer na sua organização.

 
 

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